Esta semana lendo o blog de um conhecido, pude entender a pura verdade que de longe faz com que nossa cidade pareça uma pequena selva de concreto no meio de rios e floresta, do alto pra quem chega -os encantos desvelados por um brilho fosco de paredões de concreto, e pra quem do alto se despede (pela primeira vez) percebe o que de lá de baixo não se pode ver... [uma cidade que parece flutuar, cercada de rios e florestas tão grandiosos que faz da pequena cidade morena um ponto, talvez colocado pelas mãos do homem, exatamente naquele lugar]. E porque? não se sabe- chove demais, faz sou demais, têm carros demais e muito caos. Tem gente que não tem nada, mas tá prosa! Tem sombrinha, tem mangueira, cheiro de tacacá, de patchuli, cheiro de peixe e, gosto de açaí. Cartão postal do coração da Amazônia, que vislumbra e encanta, mesmo quem está apenas de passagem. Se você é de fora e pede pra alguém descrever a cidade em uma palavra com certeza será QUENTE! Mas se você pede pra alguém mais antigo descrever ele sem titubear lhe dirá: Já foi menos QUENTE! Mas se ´´e uma cidade cercada por rios e florestas, por que então é tão quente? Nem chuva, nem sol, o problema incide em algo que chamamos de umidade. Enfim, cheguei a conclusão que existem os rios e as florestas para justamente nos refugiarmos, nos refrescarmos. Essa é a sacada. E viva o Suco de cupú!
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